Sexta, 8 de abril de 2005

Gabriel

Nosso Anjinho

Meu Anjo da Guarda
22/07/2000 - 16/06/2002

Ele Prossegue Vivendo

       Por maior que seja a dor, não desespere diante da partida daquele ente amado que lhe procedeu na grande viagem, pois na verdade a morte não existe!
       Se você perdeu um ente querido, não pense que tudo se acabou, ele vive entre nós, só que em outra dimensão. A vida é eterna, alternando-se no plano físico e espiritual, de conformidade com nossas necessidades evolutivas. De acordo com nosso Mestre Jesus, não encontraremos na morte, nada mais do que a vida, e vida em abundância. Um dia, mais cedo ou mais tarde, todos nós nos encontraremos na grandeza da vida imortal. Por isso, aceite com serenidade os desígnios de Deus e tenha certeza de que eles, os chamados "mortos", prosseguem vivendo e esperando por ti.
       Esforça-se para encontrar resignação, pois o amor vence qualquer distância por maior que seja. É normal que cessados os primeiros momentos do impacto que a realidade lhe impôs, se sinta orfão, esmagado pela grande dor da saudosa ausência. O seu coração pulsa desordenado e teme não suportar tão cruel sofrimento. São justos os seus sentimentos, entretanto não deixe que eles lhe leve ao descontrole e ao desiquílibrio, pois os chamados "mortos" também sofrem muito o destempero de nossas lágrimas. Da mesma forma que anelas por voltar a senti-los, abraçá-los e acariciá-los, eles também o desejam. Não pense mais em termos de "adeus" e sim em "até logo", e se quer homenageá-los, ore muito por eles, dedicando também algumas horas de seu tempo em benefício aos que necessitam do seu amparo. Em outra dimensão de vida, eles se sentirão felizes e ditosos percebendo seus esforços no aprimoramento e na renovação de atos e atitudes.
       Todos os homens na terra são chamados a este testemunho de um dia partirem também. Pense nessa viagem e procure preparar-se para ela e aquieta o quanto possa seu coração para enfrentar em paz a partida dos seus amores.
       Hoje são eles, amanhã seremos nós.

Extraído do livro Sândalo
De Sergito de Souza Cavalcanti.


Atualização: 8/abr/2005